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sexta-feira, 13 de maio de 2011

É, sexta-feira 13, e eu poderia estar em algum lugar lá fora, mas o mundo está caindo em chuva. Jason Wins (piadinha boboca).

Eu deveria imprimir os artigos que minha quase orientadora me mandou, aliás, deveria ter feito isso desde segunda-feira. Melhorei da minha conjuntivite ontem, mas a preguiça ainda me domina. Rs...

Fiquei com vontade de escreve porque me lembrei de uma frase da Clarice: “Isso é um monstro ou isso é ser uma pessoa?”. É, isso me faz refletir sobre uma autopunição que não consigo evitar sobre alguns erros que já cometi. Acho que quase ninguém deve parar pra pensar sobre seus próprios erros “imperdoáveis”. Aqueles que nem fazem parte do passado, e sim do pretérito. São aqueles erros que ocorrem por acontecimentos em série e já não existem razões e motivações para sequer tentar corrigi-los. Mas que, de certa maneira, ficam na sua memória. Ficam na memória daqueles que se preocupam demais e sentem pelo que nem deveriam. Como já disse, é muito raro alguém vagando pelo centro da cidade se lembrar que pode ter magoado muito alguém, que pode ter errado feio, mesmo que essa não tenha sido sua intenção e ainda sim se sentir mal por isso. Porque é muito mais cômodo esquecer esse tipo de erro, parece que dá mais gás pra julgar, condenar e apontar dedos para as falhas alheias. Eu já escrevi uma vez aqui no blog que nosso senso de justiça, quando o assunto é pessoal, é interferido pelos próprios sentimentos, e, por isso, pode muito bem ser falho. E o tempo é o melhor professor da vida, e ele te mostra depois o que exatamente você fez de errado. Porém, existem casos que até se pudéssemos voltar no tempo, seriamos levados mais uma vez pelas emoções e cometeríamos erros iguais de maneiras diferentes. Ou simplesmente seguiríamos o caminho que acharmos certo, o que significa, algumas vezes, abandonar outros caminhos. Mesmo que não se arrependa da sua escolha, você se lembra, naturalmente e quase sem querer, que pode ter feito pessoas sofrerem com isso. Meu signo tem bastante nostalgia, mas sempre fui muito carpe diem nesse ponto e não me achava tão nostálgica como pessoas que já conheci. Agora eu reparei que eu me apego sim ao passado, mas eu me apego à pior parte dele. E isso ninguém vê. É uma coisa tão pessoal e tão in, que é imperceptível até pra quem me conhece de longa data. Uma amiga me falou que sou cheia de mistérios. É, sou mesmo. Isso me mata por dentro, porque eu penso em N possibilidades, penso como tudo poderia ser diferente e muita dor até agora poderia ter sido evitada. Tanto a dor que senti quanto a dor que já causei. Não, meu presente e minha vida atual não me fazem querer voltar. Estou melhor agora do que antes em muitos pontos. Tirei pesos e pessoas que se mostraram desnecessárias, e não me arrependo disso. Sabe, eu penso que só eu devo ser tomada por esse sentimento de “lamentação”. Quando eu sinto isso, eu sofro, de verdade. Porque eu sou entregue a alguns sentimentos e os sinto a flor da pele. Às vezes, distraidamente andando pela rua, esses pensamentos rondam a minha cabeça e eu penso: Nossa, só agora eu vejo o quanto posso ter magoado. O meu grande mau é que mesmo quando eu não me importo com os outros, até mesmo aqueles que são falsos ou de intenções duvidosas, eu me importo com eles (sei que é difícil entender, da mesma maneira que pode ser complicado seguir meu raciocínio). Eu tive uma criação tão bobinha que, às vezes, por alguns momentos, penso que tudo poderia ser como o mundo de Poliana. Até no fundo da minha mais profunda raiva, existe um alguém que lamenta por todas as batalhas sofridas e que parece gritar para os outros: “Nada poderia ser assim. Olha a que ponto tudo chegou?” Esse ponto me obriga a me trancafiar quando, na verdade, eu não queria. Faz com que eu tenha medo de fazer da minha vida um livro aberto. Isso é muito sufocante. Eu tenho a mania, mesmo não sendo uma das pessoas mais maleáveis que existem, de, no fundo, sempre tacar a culpa toda pra mim, de tudo. Sinto-me sobrecarregada porque devido a alguns fatores na juventude eu sempre quis evitar confusões e ser aceita. E quando alguém é assim se torna muito mais vulnerável a suposições alheias. Sinto medo do mundo, das pessoas e quando cai a ficha que posso ter causado a alguém algum tipo de sofrimento que outro alguém já me causou, fico me sentindo mal. Só quando, mais uma vez, me lembro dessa frase da Lispector, percebo que todos são assim, admitindo ou não. Existe um lado nosso que só nós mesmos conhecemos, e não adianta, por mais que você queria transparecer algo, existe uma verdade sobre você que ninguém sabe. Alguns se sentem mal por ela, até se lembrar que isso é ser o ser humano. Somos emotivamente egoístas em muitos pontos. Mas há aqueles que preferem esconder esse lado pessoal para continuar sua incessante luta em busca as falhas alheias para exaltar seu ego.

Isso tudo é só pra dizer: Sejamos complacentes (até com nós mesmos).


And be a simple kind of man. Be something you love and understand.”


Ah, lembrando, mais uma vez, que esse blog é só um espaço pra desabafo e devaneios. Não pretendo ser poeta, tampouco escritora. Não tenho o dom. A vontade de escrever vem e eu obedeço. É bom. Além de encontrar nesse espaço algumas coisas que leio, tanto na net quanto nos livros que eu baixo.

Bom, é isso. Fico por aqui, porque estou perdendo o filme Almost Famous, mais uma vez, com coisas que nem deveria escrever.


Miquinhos do Bosque da Barra da Tijuca - RJ

terça-feira, 12 de abril de 2011

“Benditos sejas os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade. Porque amigo é a direção… É a base quando falta o chão.”

Machado de Assis.

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Primeiro: Acho que uma pessoa só pode namorar se o dito cujo (ou a dita cuja) tiver a aprovação dos amigos.

Segundo: Não serei hipócrita, namorar é sinônimo de mudança de rotina, mas não da anulação da individualidade e jamais a omissão para com os amigos.

Terceiro: Amor não é prisão.

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Essa sempre foi minha opinião, de longa data. Hoje eu fui a ponte de uma situação chata... Eu, tentando ponderar situações para duas pessoas, que são amigas, chegarem a um senso comum. Então, como tive essa experiência e sou uma pessoa de emoções vulneráveis, posso dizer que agora estou me sentindo estranha. Pois é uma situação delicada, onde é necessário muita diplomacia... Embora esse mesmo caso foi o que me motivou a escrever essas considerações acima. Mas fazendo um levantamento desde a minha ultima atualização, posso dizer que estou me sentindo bem, porém apreensiva. Daqui a alguns dias vou enfrentar um grande desafio, talvez o maior da minha vida, até agora. Isso dá um misto de medo e ansiedade. E eu espero ter forças fisicamente, mentalmente e psicologicamente. Daqui pra frente a vida será severa e muito exigente comigo, mas, com toda a certeza, renderá ótimos frutos. Apesar de me sentir um pouco assustada e despreparada, está na hora de enfrentar isso. Não foi, exatamente, o que eu sonhei. Aliás, nada na minha vida foi da maneira como eu queria (assim como na vida de muitas pessoas). E aprendi que existem coisas que não serão da maneira que idealizamos, e fica estagnado, esperando o seu sonho cair do céu não é uma boa alternativa. Os sonhos de alguns – como o meu – vem de uma maneira muito batalhada. São degraus. Não vou mentir dizendo que não poderia ser mais fácil. Eu tive propostas de “trabalho”, atualmente, em relação a um lado artístico, mas, como diz a minha vovó, quando a esmola é demais o santo desconfia. E eu ainda sou daquelas moças à moda antiga que coloca a sua dignidade acima de qualquer coisa, além de preservar – e muito – pela discrição. Recusei uma proposta semana passada, e decidi ir pelo caminho mais difícil... E quer saber? Acho bem mais válido assim. Ainda vale a pena ser uma garota de valor.

Então, quem tiver um carinho por mim, me mande mentalmente energias positivas.

Fora toda essa tensão, estou me sentindo bem e feliz. Mesmo que minha realidade seja de constantes turbilhões de problemas familiares, ainda sinto aquele bem estar e esperança, como se a música ‘Dont stop believin’ do Journey fosse um hino que toca mentalmente todos os dias quando acordo. Na maioria dos dias, acordo “mezzo” Poliana (Poliana, pra quem não conhece, é um livro de literatura infantil muito famoso, onde a protagonista é uma menina que sensibiliza a todos pelo otimismo, amor, bondade e pureza de sentimentos).

Mas fazendo uma observação... Percebi que, no geral, tenho a tendência em me expor mais em momentos tristes... Embora, quando eu era mais jovem e mais imatura, gostava de demonstrar uma felicidade que, às vezes, nem sentia, e eu nem lembro o porquê. Isso mudou faz tempo.

Ainda não entendi essa mudança contraditória, o motivo dessa facilidade em demonstrar, sem vergonha e orgulho, mas com muita simplicidade, minha tristeza aos olhos curiosos dos desconhecidos...

Sério... Eu sou uma pessoa tão estranha que não gosto de me abrir com os meus amigos-irmãos as minhas tristezas mais profundas... E só consigo fazer isso de maneira “non sense” aqui... E não por querer me expor, pois não gosto disso... Mas acho que é por pura esquisitice mesmo, não sei...

É preciso, contudo, acrescentar que as pessoas – no geral – acreditam mais quando uma pessoa se mostra triste do que quando exala a sua felicidade. Muitas vezes eu quis espalhar uma felicidade que não cabia em mim, e isso poderia – e ainda pode – parecer forçado. E não falo só de mim. Quantas vezes, quando vemos alguém muito feliz, nós achamos que isso pode ser forçado?? Há a possibilidade de ser verdadeiro ou falso, mas preferimos acreditar que é falso. Parece que nós nos acostumamos com a tristeza e monotonia. E eu acho isso mal, muito mal. E também há aqueles que não podem ver ninguém sendo feliz que exala a sua amargura, devido a falta de alegria que, às vezes, falta em sua própria vida. Ou por não consegui lidar com seus problemas. Temos nossos dias de mau humor sim, mas, apesar dos nossas atribulações, há muitas outras coisas que fazem a vida ter um gosto mais doce. E ninguém, eu digo ninguém mesmo, merece conviver com alguém amargurado. E tampouco, você merece estar amargurado. A vida é uma roda, tem seus momentos, seus altos e baixos. Está insatisfeito? Triste?? Saia com amigos, beba um vinho, tome um banho de mar, ligue o som e dance sozinho no seu quarto.

E quando ver alguém feliz, abra um sorriso, isso vai te fazer bem também.

E saindo, literalmente, à francesa:

C'est la vie... :)


“Se você souber olhar as coisas dum jeito mágico, tudo fica mais bonito." (Caio Fernando Abreu)

sábado, 2 de abril de 2011

Juro que não sei o que se passa na cabeça - se é que passa alguma coisa - da pessoa que arruma caso por coisas mínimas.

Será que algum tipo de carência ou é o ego implorando por atenção??

Anyway, os holofotes são pra quem merece e não para aqueles que buscam incessantemente.

Então, todo seu esforço é desnecessário e a vergonha alheia é única coisa que conseguirá.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Olha eu de novo. :D

Hoje acordei cedo pra resolver umas pendências, mas já cheguei e estou esperando dar a hora do dentista (aaain, sofrimeeeento) Não vou a facul hoje, então a noite será off.

Então, vamos blogar...

Quem me conhece de verdade, sabe que eu falo DEMAIS quando estou empolgada. Sou um tanto distraída e praticamente vivo no mundo da lua... Mas quando algo me chama atenção, independente do motivo (às vezes pode ser o mais idiota, acredite) eu observo minuciosamente.

Então... numa das raras vezes que entrei no Orkut (sim, estou na modinha de Facebook e Twitter ¬¬), eu vi a atualização do álbum de fotos de uma pessoa que viajou pra Londres. Era notável a mudança no jeito dela pelas descrições das fotos e até pelo próprio perfil. Mas o que me chamou atenção foi ver fotos dessa pessoa até com pombos londrinos. Só porque o pombo é londrino, ele não transmite doenças? O.o A pessoa nunca tiraria foto com um pombo da Cinelândia, por exemplo. E percebi como o povo brasileiro é besta (lembrando que há exceções). Pobre que vira rico, ou PSEUDO-ricos (esses são os piores) perdem o senso facilmente. Acho mais fácil você vê um pseudo elite tratando com nariz em pé uma vendedora, do que o verdadeiro representante da elite. E isso não é papo de graduanda em Geografia, tentando puxar brasa pro Socialismo. Eu sou de TOTAL acordo com o Capitalismo, mesmo ele sendo severo DEMAIS pra alguns.

Esse post será sucinto, pois não tem mistério. Sua nobreza não está nas suas viagens tampouco no seu dinheiro, está nas suas atitudes. Ter CLASSE é ser educado com todos, sem exceções. Ter CLASSE é tratar bem o dono de uma grande empresa e uma caixa do supermercado. Ter CLASSE é ajudar um mendigo dando um bom dia com um pacote de biscoitos. Ter CLASSE é ajudar, quando pode, alguém que precisa. É só isso.

Um beijo a todos os homens e mulheres de CLASSE. ;*



Foto: Princesa Diana (Divulgação)

Nos últimos tempos aconteceram coisas que me fizeram refletir profundamente. Coisas que eu vi e que realmente aconteceram...

Eu abomino traição. E quando perguntei pra pessoa o motivo que a fez trair alguém, me responderam: quem não dá assistência, abre concorrência.

Ridículo sim, mas não deixa de ser uma verdade... Ainda sim, nada justifica uma traição.

Mulheres que não são fiéis, acredito que seja por alguns motivos, e essas conclusões foram tirada de longos anos observando algumas mulheres próximas: Ou elas traem por que são demasiadamente imaturas (ou quando são casadas, porém não independentes) que não pulam fora de uma relação falida, e que tentam encontrar no amante ou nos amantes, o valor que o marido/namorado não dá. Ou traem porque tem o ego maior que a dignidade, e quer ser desejada por todos, essa, às vezes, é a única felicidade de um mundo que só é rico em futilidades. Mulheres gostam de chamar atenção, FATO. Mas há aquelas que não conseguem chamar atenção pela inteligência, conteúdo e personalidade, algumas tentam chamar atenção por outros meios, se é que me entende.

A mulher é um ser carente por natureza, mas são poucas que conseguem lidar com essa carência dentro de um princípio de caráter. E tem aquelas mulheres que não conseguem controlar seu lado vaca ou não querem. (vaca pra não dizer vadia - desculpe as palavra chulas)

E isso não é nada pessoal, e nem estou falando de atitudes de algumas mulheres que eu não possa gostar, pelo contrário.

Muitas vezes a mulher é execrada pelos homens e é tirada como algo que, na verdade, não é, pois não se dar o devido valor.

Acredito que quando o homem trai, já é mais extintivo. Não tenho a experiência necessária pra falar disso, então deixo em aberto. Só sei que traição é uma falta de caráter tanto pra uma mulher quanto pra um homem. E um homem que não consegue controlar seus extintos é porque também lhe falta bastante dignidade e maturidade.

Minha motivação pra escrever sobre isso, foi porque observo tanta coisa errada: Pessoas que namoram por carência, pessoas que nunca foram fiéis a nenhum relacionamento que teve e pessoas que fazem o namoro uma prisão. Essas pessoas, que são próximas e cometem esse tipo de erro, sabem da minha reprovação quanto essas atitudes. Mas há aqueles que insistem no egoísmo ou se acham espertas, não sei... Ai a gente se cansa de falar e observa, apenas. Se é da natureza da pessoa fazer isso, não há nada a ser feito... Let it be. ;/

Cada um é dono do seu destino e cada cabeça é um guia. Fim. Mas ainda sou daquelas que acreditam que todo o mal que fizermos, volta pra gente de uma maneira muito pior.

E, por favor, mesmo os “bonzinhos” se fodendo de tanto sofrer, AINDA vale a pena ser honesto, né?

O principal fator pra um relacionamento caminhar é gostar de verdade da pessoa, estar com ela porque quer e não por ter medo de ficar sozinho, ou o que quer que seja.

Se você tiver alguém no passado que por acaso ainda desperte algo em você... Imagina se essa pessoa volta logo quando seu relacionamento vai mal? Bem... A pessoa de mente fraca se entrega facilmente.

Ou se não tiver nenhum passado, mas você está com a pessoa pra passar o tempo, ou por atração física, ou por carência, ou sei lá o porquê... Por favor, não dê uma de Summer Finn... Não transforme um “relacionamento” num egotrip.

Ser honesto é um grande passo pra tudo ser digno. Só entre num relacionamento se gostar muito e APENAS daquela pessoa. E se deixar de gostar da pessoa o primeiro passo é terminar, é um jeito bem dolorido, mas ainda é o mais digno de se resolver as coisas.

Se não está feliz, se ficou balançado por outra pessoa, se está dividido, se você não está disposto a encarar um relacionamento de verdade ou se não gosta o suficiente pra ter um relacionamento sério com a pessoa: por que não optar pela liberdade?

Ah, sim... A liberdade não te dá garantias, tudo pode acontecer... Há o risco de ganhar ou perder...

Mas vale a pena arriscar e ser honesto, né?

quarta-feira, 23 de março de 2011

Eu me apaixonei pela garota do campo (...) ela veio de um mundo inferior...

Conviver com pessoas tão diferentes é uma questão delicada. Observar coisas absurdas e repugnantes, que são tratadas com normalidade por todos ao redor é revoltante também. É muito complicado não ter a base que gostaria de ter. E não, eu não quero tudo de mão beijada.

Eu não sou ligada a família porque simplesmente eu não tenho uma de verdade...rs Uma canceriana sente falta disso..rs

Tudo meu é acelerado... E eu preciso me equilibrar pra não cair. Eles te empurram... e deixa você se foder sozinho. Ninguém vai correr do seu lado. Ninguém vai te incentivar. Ninguém vai te dar apoio... Ninguém verá o seu melhor... E, principalmente, ninguém vai te entender. Julgar as pessoas é muito conveniente e menos trabalhoso.

E quando você sabe que o maior sonho da sua vida é logo o mais difícil e o que está mais distante de alcançar? A gente vai caminhando da maneira que pode, desajeitada e sozinha, pra conseguir aos poucos as conquistas.

E não serei injusta... Aqui tem momentos bons. Momentos felizes, de verdade. Mas essa aqui não é a minha vida... E às vezes sinto um mal estar só por chegar em casa. É estranho.

Eu tenho bastante características de uma garota tipicamente do campo. Mas conheci muitas outras coisas, outras pessoas e outros lugares que me diferenciaram. Minha vivência me tornou diferente. Isso desde muito cedo... Meu mundo se ampliou com 13 anos, na verdade. O que me fez gostar de geografia foi, através de um atlas, a curiosidade despertada pra conhecer o que era o mundo. O que existia fora daqueles “muros” que me cercavam... Eu vivo como um peixe fora d’água há muito tempo.

O mais estranho é que quando tive essas experiências em outros lugares e outras pessoas, eu fiquei muito assustada e também bastante enojada com algumas coisas que encontrei. Conheci do lixo ao luxo... Esses dois me assustam... E o luxo é de uma arrogância tão besta que eles se engrandecem com coisas efêmeras. O que é, pra mim, um dos exemplos mais bizarros de burrice. O lixo me deixa com medo, pois não tenho esperteza suficiente pra vivê-lo sem me magoar, entende? Lembrando que lixo é só uma expressão... Nada do que eu vivi foi, de fato, um lixo.

Aí no final, eu me sinto perdida, pois não tem um lugar pra chamar de meu. Isso me lembra uma música do Maiden:

Don't wanna be here

Somewhere I'd rather be

But when I get there

I'm afraid it's not for me.”

E como outro trecho da música diz... Eu vou vivendo apreciando a simplicidade das coisas, apesar dessa problemática, aprendendo e sendo feliz. (Aliás, essa música é bem significativa pra mim).

Desculpe o post meio deprê, tá tudo bem. A gente se distrai e daqui a pouco o mal estar passa.

Eu tenho várias outras coisas pra escrever aqui... Sobre mim e sobre assuntos interessantes. Deu pra perceber que hoje não estou com cabeça pra tal, mas logo atualizarei. Não vou trancar esse blog, vou trancar o Dica da Ruiva, e ficar esse ano sem postar lá. Simplesmente esse ano será de extremo cansaço metal... E a única disposição pra escrever será pra desabafar (aqui) e pra viver o que sobrar da vida.

Minhas sagas, legados e babaquices (principalmente “amendobobices”) também serão registrados num besteirol chamado Twitter.

That’s all folks.


"É lá, junto das estrelas, onde moram nossos desejos..." (Rubem Alves)

quarta-feira, 16 de março de 2011

Você vai rir, sem perceber.

Alô mundo, alô estranhos.

Eu queria fazer um levantamento sobre cada mês desse ano, mas não tô com cabeça pra falar sobre Fevereiro. E, sinceramente, quase não lembro de Fevereiro. Minha atenção e concentração está quase integralmente ligada a minha monografia. Tempo? Nem pra me cuidar está sobrando (e olha que sou vaidosa pra Cassilda). Mas percebi que quando a gente vai vivendo, mesmo com os espíritos dos “mortos” nos rondando, mesmo com as nossas feridas e pecados, você está mais aberto ao aprendizado... E, na verdade, você só vai se dar conta do quanto está amadurecendo quando você pensa sobre um assunto de uma maneira totalmente diferente com a que pensava a um mês atrás, por exemplo. E isso tem acontecido comigo. Hoje eu consigo ver coisas de uma maneira mais ampla, meus sentimentos limitavam a minha visão.

Chega num ponto que a única coisa a se fazer é viver. Mas não viver para verem que estou seguindo em frente ou pra provar algo a alguém ou a mim mesma, e sim porque é preciso viver, a vida te OBRIGA a levantar. Se você insiste em ficar estático por causa de uma situação insolúvel, a vida vai te empurrando. E teve momentos que eu fui empurrada pela vida, mas depois de um tempo você se ergue e dá seus passos... Os primeiros passos são desanimados, mas já é uma evolução. Depois os passos desanimados se transformam em agradáveis caminhadas.

É importante também ter um objetivo... E você segue a trilha que vai de encontro a ele, mas no caminho existem coisas a serem aproveitadas. Sua vida não será apenas uma corrida ou uma maratona. Você aprende a apreciar cada particularidade encontrada nesse caminho.

E pra quem é intenso, como eu, vive tanto o bom, as grandes felicidades, as tristezas obscuras, profundas e depressivas, e, também, vive intensamente o caminho, com seus desafios e novidades nele inseridos. E, sinceramente, assim o aprendizado é bem mais válido.

Atualmente tenho vivido numa tranquilidade sem tamanho... Mas é aquela tranquilidade de espírito, até porque minha vida está deveras atribulada. Mas, sinceramente, essa tranquilidade me assusta... E quase me incomoda. Porque é da minha natureza não gostar de estar tão vazia de sentimentos, aqueles que me entopem de tristezas ou de felicidades. Porque está tranquilo é sinônimo de bem estar, e não de estar feliz. Aliás, felicidade são momentos e estado espírito. E, pra mim, só os intensos sabem o que é a verdadeira felicidade.

Falando sobre isso, eu me lembro da Lispector. Acho que ela define minha personalidade em muitas coisas... Enquanto o Caio Fernando de Abreu descreve minha vida e meus relacionamentos. (rs)

E porque a Tássia está tão aberta? Sem medo de mostrar suas quedas, dores, erros, conquistas e sentimentos? Porque quando você muda de direção, aqueles que desejam seu mal não te assustam mais.

Câmbio, desligo.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Tudo que eu queria dizer
Alguém disse antes de mim
Tudo que eu queria enxergar
Já foi visto por alguém

Nada do que eu sei me diz quem eu sou
Nada do que eu sou de fato sou eu

Tudo que eu queria fazer
Alguém fez antes de mim
Tudo que eu queria inventar
Foi criado por alguém

Nada do que eu sou me diz o que sei
Nada do que eu sei de fato é meu

Algo explodiu no infinito
Fez de migalhas
Um céu pontilhado em negrito
Um ponto meu mundo girou
Pra criar num minuto
Todas as coisas que são
Pra manter ou mudar

Sempre que eu tento acabar
Já desisto antes do fim
Sempre que eu tento entender
Nada explica muito bem

Sempre a explicação me diz o que sei:
?Sempre que eu sei, alguém me ensinou?

Algo explodiu no infinito
Fez de migalhas
Um céu pontilhado em negrito
Um ponto meu mundo girou
Pra criar num minuto
Todas as coisas que são
Pra manter ou mudar

Agora reinvento
E refaço a roda, fogo, vento
E retomo o dia, sono, beijo
E repenso o que já li
Redescubro um livro, som, silêncio,
Foguete, beija-flor no céu,
Carrossel, da boca um dente
Estrela cadente

Tudo que irá existir
Tem uma porção de mim
Tudo que parece ser eu
É um bocado de alguém

Tudo que eu sei me diz do que sou
Tudo que eu sou também será seu

Eu, do nada, me deparei com essa música. Mesmo que não seja um estilo musical que encante... a letra fala muitas coisas sobre mim.

domingo, 16 de janeiro de 2011

I can’t take all the blame, now can I

It takes more than one to lose

Such a fine line

That lies between that holds together

I'll turn the night to turn the tide

Whoa, whoa, and I’m findin’ out the hard way

It’s gonna take some tears, a little bit of heartache

We’re like islands in the stream

Watchin’ all our dreams start to fade, fadin’ away

A moment gone is gone forever

It’s like water through your hands

And you spin the wheel of misfortune

Watching in turn, with living you learn

Now, I’m findin’ out the hard way

It’s gonna take some tears, a little bit of heartache

We’re like islands in the stream

Watchin’ all our dreams start to fade, fadin’ away

I keep reachin’ out, come up empty handed

Didn’t I let you down or did I leave you stranded

And I’m findin’ out the hard way

It’s gonna take some tears, little bit of heartache

We’re like islands in the stream

Watchin’ all our dreams start to fade, fadin’ away

Oh, and I’m findin’ out the hard way

It’s gonna take some tears, a little bit of heartache

We’re like islands in the stream

Watchin’ all our dreams start to fade, fadin’ away

Start to fade, fadin’ away

Start to fade, fadin’ away


Finding Out The Hard Way - Cynthia Rhodes

Pq essa música diz tudo o que eu queria...

domingo, 9 de janeiro de 2011

No inicio de 2010 eu tinha vários planos e me feri logo de cara. Percebi que quando nada sai como esperado, deve-se apenas deixar rolar o que vier. As coisas tendem a fluir naturalmente e se ajeitar, como se fossem levadas por uma correnteza invisível através de um caminho certo e tortuoso, variando entre o depressa e o devagar, mas que no final encontramos as soluções mais inesperadas.


Por mais que tenhamos tristeza nunca estamos vazio de felicidade. Mas não é essa segurança que buscamos quando pensamos em ser felizes. Buscamos a felicidade em sua forma mais fútil, traduzida em sonhos que sustentamos em nossas vidas.

Esse ano meu único desejo é a manutenção da minha felicidade, mas isso não existe, felicidade não se planeja, simplesmente se encontra.

Sendo absolutamente sincera, me faria bem uns bocados de felicidade fútil e também umas aventuras ao lado daqueles que me fazem bem.

Desabafo

Tenho sentido coisas estranhas. E tenho passado por coisas difíceis. Não, não é tristeza, nem dor, nem decepção. E eu vou tentar escrever e explicar, por que te juro que ainda quero entender o que está se passando comigo.

Lendo Nelson Rodrigues e Caio Fernando Abreu, consegui refletir sobre as pessoas. O Nelson Rodrigues fala a verdade que a maioria tem medo de admitir. Chego a sentir-me envergonhada ao ler como ele vê o ser humano, e me sinto muito mal em saber que não é mentira. Ele é ácido, realista. A realidade crua de uma maneira tão simplista que chega a nos assustar com nós mesmos. A verdade incontestável. Enquanto o Caio, em tudo que já li, era um passional incorrigível, realmente acreditava que o ser humano pode ter algo puro a oferecer. Grandes paixões, romantismos e delicadeza encontramos nas palavras de Caio.

Caio descreveu muitas vezes o sofrimento dos corações partidos, mágoas, as esperanças dos apaixonados e a dor de alguém decepcionado. E me fazia sofrer em saber que tudo aquilo era real. Tudo aquilo que ele escreveu, eu já passei. Os mesmos sentimentos, as mesmas aspirações, as mesmas defesas e os menos pensamentos. E como ele disse: “Não estou fazendo nada errado só estou tentando deixar as coisas um pouco mais bonitas.” E sim, em tudo que ele escreveu, ele tentou deixar as coisas mais bonitas. Deixando passar sutilmente a podridão do ser humano – a mesma que o Nelson Rodrigues fazia questão de sempre ressaltar.

Embora o Caio fosse um grande romântico e passional, dentro das suas obras estavam o que o Nelson Rodrigues também nos mostrou: Somos sofredores. Sofremos e fazemos sofrer, por que somos egoístas, por que somos impuros ou pelo simples fato de sermos nós mesmos.

E me veio à cabeça o amor sob a visão desses dois grandes escritores, e elas mostram – cada uma em sua peculiaridade – o que todos nós vivenciamos: o sofrimento.

E pensando sobre isso, sobre a misantropia que se apossou em mim e sobre as minhas experiências, percebi que toda minha visão sobre o amor mudou...


Seria bonito, e as coisas bonitas já não acontecem mais”

Caio Fernando Abreu

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Maysa Quotes

"Como é que eu vou poder cantar,
se minha dor está envergonhada, está fora de moda,
está parada pra pensar.
Como é que vou contar as minhas tristezas, se elas estão
tão enroladas, que eu nem mesma sei.
O que foi que restou da minha vida?
Onde estão as minhas magoas?
Onde é que eu estou?
Será que eu vou ter que cantar as tristezas dos outros?
tendo tantas que são minha..."


"O que eu mais tenho medo é de amar, e não ser amada”



“Tudo o que gosto tem sabor de pecado, é feio, censurado, imoral, fora da Lei, engorda e faz mal pra saúde...”



"Apanhei , apanhei sempre . E não aprendi nunca . Vou morrer sim , brigando . Mas sem abaixar a cabeça''


"Eu não tenho velhos tempos, sou muito nova. Pra mim tudo começou e terminou ontem."


“Se você não me come, EU TE COMO!” (haha)


“Depois de passar por mim, fica difícil ser feliz com outra mulher...”


“Sabe que o amor é uma coisa que existe pra mim sempre é a minha razão de existir, de viver, e daí tão pouco eu me acovardo diante de você.”


"Nunca vou amar com calma. Sou passional em tudo que sinto e em tudo que faço."


"Eu considero masoquismo aturar sem queixa uma porção de pessoas, eu detesto gente burra e vivo me encontrando com elas"


"Não gosto de nada pela metade, nada que é pouco me satisfaz."


"Amo a vida com todos os seus problemas e todas as coisas simples do dia-a-dia. Eu busco amor em tudo."


"Eu só amei uma pessoa em minha vida, o resto foi só pra fugir da solidão..."


"Minha imagem do Paraíso? Taí, nunca parei para pensar. Qualquer coisa colorida, cheia de nuvenzinhas, anjinhos, a gente pulando de uma nuvem pra outra. Um negócio assim, tipo Hollywood”


"Quando gosto de uma coisa, fico nela até enjoar"


"A música é a arte mais bela e mais sublime, que veio de uma alma brilhante e abençoada por Deus, para penetrar na nossa alma de tal forma, que nos eleva em sua plenitude, trazendo o distante no tempo e no espaço para dentro de nós, que nos envolve, nos embala, nos ilumina, nos inspira, nos encanta, nos emociona, nos arrepia, provoca paixões, nos faz chorar, nos faz sorrir, nos faz vibrar, nos faz cantar, nos faz dançar, nos faz sonhar, nos realizar, respirar, viver...”


"Nunca haja pela razão, ela é fria e muitas vezes indiferente, haja sempre pelo coração. O coração é capaz de tudo que a razão é capaz, só que com amor..."


"Esse papo de sublimidade, pureza, integridade e desinteresse, não passam de belos disfarces para as segundas intenções..."


"Na verdade o homem não ama, ele sente é desejo pela mulher que o ama.
E nesses momentos se mostra amável e apaixonado. Satisfeito o desejo, ele se transforma, caindo numa indiferença total, emudecendo, virando pro lado e dormindo. Enquanto que a mulher, ainda sonha com aquele momento que pra ela foi tão sublime..."


"O amor verdadeiro, é aquele que aprende a dar mais amor, do que o amor sabe dar..."

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Carta aos Missionários

Missionários de um mundo pagão,
proliferando ódio e destruição
Pelos quatro cantos da terra
A morte, a discórdia, a ganância e a guerra... e a guerra.

Missionários em missões suicidas
Crianças matando crianças inimigas
Generais de todas as nações, fardas bonitas, condecorações
Documentam na nossa história
O seu rastro sujo de sangue e glória.

Vindo de todas as partes, indo pra lugar algum
Assim caminha a raça humana, se devorando um a um
Gritei para o horizonte, e ele não me respondeu
E então fechei os olhos, sua voz
Assim me bateu...


Carta aos Missionários – Uns e Outros

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

"Às vezes eu penso, às vezes eu fujo ou espero acontecer... Mas também, tem outras coisas que não compensa entender."

Frase do desenho Snoop e Seus amigos... rss

terça-feira, 22 de junho de 2010

Simplesmente, cansei...

Tô atualizando o blog especialmente a pedidos de um amigo, ele está com saudades dos meus posts (Como pode isso?.. Eu acho que só escrevo baboseiras. Eu estive ausente por um tempo devido a uma crise de criatividade e assunto. Às vezes até surgiam alguns na minha cabeça, mas nada muito relevante que me fizesse escrever.

Esse texto não é pra falar minha visão sobre as coisas. Até porque to cansada de me importar com a falta de sensatez alheia, que infelizmente, até certo grau me envolve. Cansei de tentar passar algo realmente reflexivo para pessoas vazias, incapazes de autocrítica. Cansei de tentar ajudar e mostrar o caminho que eu vejo, indiretamente. Cansei de ser boa com quem não é comigo. De achar que tudo pode terminar bem se caso houvesse compreensão. Cansei porque adoram me julgar, mas na verdade queriam estar no meu lugar. Cansei de ser atacada pela frustração alheia e mesmo assim tentar passar uma visão, mesmo que polêmica, mas reflexiva na esperança de um lampejo de lucidez. Cansei de esperar coisas que só virão com tempo, se virão. Cansei de me prender ao passado irreal. Cansei de criticar atitudes que me enojam. Cansei de tentar fazer com que as pessoas admitam suas próprias falhas. Cansei de tentar me justificar, porque nenhuma justificativa provaria que tudo é fruto da falta de sensibilidade de se por no lugar dos outros. E esse texto não é para uma pessoa específica, e sim para tudo que já surgiu e que possa surgir na minha vida.

Mas saibam que o que escrevo aqui não é um contrato, pq eu mudo constantemente. Só quero que saibam uma coisa que é vital para a convivência comigo. E a primeira coisa que é importante aprender sobre mim, é que eu sou individualista, e de certa maneira egoísta. Não que eu não goste de dividir as coisas (dependendo do que seja, claro), mas que eu penso em mim primeiro e não acho nenhum pecado isso. O que também não significa que eu não faça nenhum esforço pra deixar alguém feliz. Ser individualista não me faz menos generosa. ;) Também odeio pessoas invasivas, amizade e qualquer tipo de relacionamento não tem que ser invasivo. Gosto de ter meu espaço e meu mundo particular o qual não divido com ninguém. Não gosto que me cobrem, não gosto que me exijam e que esperem de mim algo que outro faria, eu não sou você, eu não sou o outro. Às vezes eu não me dou 100% comigo mesma, não espera que eu me doe 100% a alguém assim.

Não gosto de nada forçado, gosto de ter liberdade pra fazer o que eu quero. Só fico com pessoas e lugares que me fazem bem, e procuro não me importar com o que os outros vão achar porque se eu for ligar, não faço porra nenhuma, e isso não está nos meus planos. Sei que não posso agradar a todos, por isso, antes de qualquer coisa, resolvo agradar a mim mesma. Sei o que eu quero, e não perco meu tempo tentando ser outra pessoa.

Quem lê isso acha que eu sou a pessoa que tem a personalidade mais forte do mundo né? Mas no geral, não sou geniosa. Me relaciono bem com as pessoas e ninguém tem problemas comigo. Sou carinhosa, sensível, meiga e doce com todos. E até eu mesma fico boba como eu chamo atenção e causo, sem querer causar. (Não, eu não me acho). Já passei da fase de achar master foda ser alguém esquentadinho. Gosto de pessoas doces e situações claras. Sou o que eu sou. O que me importa agora é a minha liberdade, minha felicidade, meus amigos e as pessoas que REALMENTE querem o meu bem.

Eu estou numa fase “cool” por isso nada me abala o suficiente para me fazer escrever. E tenho receio de escrever quando tudo está indo bem, com medo da zica alheia. Prometo que vou pensar num assunto bem dinâmico para o próximo post.

Beijinhos hards, amoras! (Hahaha, que GAY)

:****

P.S.: Ao amigo fiel que sempre visita o meu blog, agradeço sua dedicação a minha vida pois sei que é muito difícil pra você deixar seus assuntos de lado e dar atenção a mim. Mas peço para que por favor não esqueça de votar no engraçado. Porque é com pessoas como você, que pessoas como eu se destacam. E seu voto é de vital importância, pois me sentiria abandonada sem a sua atenção. Um grande abraço, como todo meu carinho e dó pelo árduo esforço que faz para me atingir. Obrigada.

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